Cena de investigação policial em Ipanema após atropelamento fatal

Polícia intensifica apuração de atropelamento fatal em Ipanema que tirou a vida de jovem com futuro promissor e causa comoção familiar

A Polícia Civil do Rio de Janeiro intensifica a investigação sobre o atropelamento que resultou na morte de Mariana Tanaka Abdul Hak, filha de um embaixador e uma cônsul. Abalados pela perda, Ibrahim Abdul Hak Neto e Ana Patrícia Neves Abdul Hak, os pais da jovem de 20 anos, seguiram para São Paulo na manhã desta terça-feira, dia 19, para o velório. O trágico incidente em Ipanema, na Zona Sul carioca, é o foco das apurações da Delegacia do Leblon, conforme informações da CBN.

Mariana havia acabado de se mudar para a capital fluminense, com a intenção de iniciar uma nova fase, planejando residir e trabalhar em uma empresa multinacional do segmento de cosméticos. A jovem era filha do embaixador assessor especial da Presidência da República para temas de paz e segurança e de Ana Patrícia Neves Abdul Hak, que atua como cônsul-adjunta do Brasil em Buenos Aires.

O acidente aconteceu na tarde do último sábado, dia 16. Testemunhas relataram que o motorista de uma van de entregas tentou desviar de um ciclista, perdendo o controle da direção e invadindo a calçada. Na ação descontrolada, pedestres foram atingidos, incluindo Mariana e sua mãe, Ana Patrícia, além de um homem.

As vítimas foram prontamente encaminhadas ao Hospital Miguel Couto, localizado na Gávea. Infelizmente, Mariana não resistiu aos graves ferimentos, vindo a óbito no domingo. Seu pai detalhou que ela sofreu múltiplas fraturas e um traumatismo craniano. A mãe da jovem, Ana Patrícia, recebeu alta médica, mas permanece em cadeira de rodas e precisará realizar exames adicionais em São Paulo.

Emocionado e visivelmente abalado, Ibrahim Abdul Hak Neto, pai de Mariana, compartilhou memórias da filha com equipes da TV Globo. Ele descreveu a jovem como um pilar de felicidade para a família, relembrando a escolha dela de viver no Rio após experiências internacionais.

“Ela era uma fonte de alegria, de amor, de juventude. Aquela pessoa que, quando você sabe que está com você, está em casa, traz a música, a dança, as piadas, a alegria, as provocações. Então, era um anjo que Deus me deu. Eu e minha mulher vivemos com esse anjo durante 20 anos. A forma de ver isso, para nós, é agradecer tanto por esses 20 anos com ela.”

A van envolvida no atropelamento já foi apreendida pelas autoridades, e as diligências prosseguem na Delegacia do Leblon para esclarecer todas as circunstâncias do lamentável evento.

By portalpugmil12

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